terça-feira, 26 de maio de 2015

ROTEIROS REGIONAIS




Cachoeira Paulista sedia a Comunidade Canção Nova

O turismo religioso, já tradicional no Vale do Paraíba por conta do Santuário de Aparecida, ganha impulso com os novos roteiros de peregrinação com destino à comunidade Canção Nova.

Localizada na cidade de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo, a Canção Nova é conhecida por receber, todos os anos, milhares de excursões provenientes de paróquias, grupos de oração e movimentos da Igreja Católica de todas as regiões do Brasil e também do exterior.

Em 2010, cerca de 1,2 milhão de pessoas visitaram a Canção Nova ou participaram de eventos lá realizados.
Além da programação dos acampamentos de oração, os visitantes podem conhecer na Canção Nova vários locais de contemplação, como a capela da Sagrada Família, a Ermida da Mãe Rainha (local onde acontece diariamente a Oração do Terço, às 18h, transmitida ao vivo pela TV Canção Nova) e a Capela Santa Rita. E também começa a dominar a paisagem o Santuário do Pai das Misericórdia , considerado um dos maiores templos religiosos do Vale do Paraíba, com capacidade para 10 mil pessoas.

Sobre a Comunidade Canção Nova:

A comunidade Canção Nova, fundada por Monsenhor Jonas Abib, tem 33 anos e recebeu no ano de 2008 o Reconhecimento Pontifício, sendo elevada à condição de Associação Internacional Privada de Fiéis. Foi oficialmente admitida na Família Salesiana e tem por missão evangelizar pelos meios de comunicação social e pelos encontros de oração.

Sobre a Comunidade Obra de Maria:

A Comunidade Obra de Maria tem como uma de suas principais missões a evangelização através das peregrinações. Foi fundada em 1990 em Recife (PE) por Gilberto Gomes Barbosa e é uma Associação Pública de Fiéis de Direito Diocesano (Diocese de Nazaré), com personalidade jurídica aprovada pelo Vaticano, através do Conselho Pontifício para os Leigos. É uma comunidade eclesial bem diversificada, formada por membros em vários estados de vida.


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Vale Historico



Consta que foi numa reunião de prefeitos do então “Fundo do vale”, no ano de 1989, num hotel fazenda coroado pela deslumbrante paisagem da Serra da Mantiqueira, que se cunhou a expressã “Vale Histórico”, usada para designar as cidades de Silveiras, Cruzeiro, Lavrinhas, Queluz, Areias, São José do Barreiro e Bananal, incomodadas com o caráter pejorativo da alcunha “Fundo do Vale”.

Desde então a expressão ganhou notoriedade, e até mesmo cidades vizinhas, que outrora rejeitavam a localização “fundista”, hoje reivindicam participação no “G-7” Histórico Vale Paraibano. Embora não exista uma divisão formal, as cidades acima são a que melhor representam o Vale histórico.

Incrustadas entre a Serra da Mantiqueira e da Bocaina, com suas belezas naturais, artísticas e históricas, as cidades do Vale Histórico são um premanente convite para quem quer conhecer um marco importante na História do Brasil. Uma prova contundente de que o Vale, no fundo, merece ser visitado.



Ouro, Açúcar e Café.

O início do Vale do Paraíba.



O Vale do Paraíba foi uma das primeiras regiões do interior do Brasil a ser explorada e desbravada pelos portuguêses, em sua busca por índios e metais preciosos.

Oficialmente, o Vale do Paraíba começou a ser povoado a partir de 1628, ano em que o capitão-mor João de Moura Fogaça concedeu a Jacques Félix e seus filhos “datas de terras” no sertão do Rio Paraíba, entre os atuais municípios de Pindamonhangaba e Tremembé.



As terras férteis, mananciais e clima favoreceram e estimularam os sertanistas e povoadores a abrir roças e sítios, cultivando milho, feijão, mandioca, cana de açúcar, algodão, criando porcos, vacas e galinhas.

No final do século XVII inicia-se o ciclo da corrida do ouro, particularmente concentrado na região do planalto mineiro, dando origem às mais opulentas cidades mineiras, hoje consideradas patrimônio histórico, como Ouro Preto e São João Del Rey.

Com o declínio da mineiração, os vale-paraibanos iniciaram a cultura da cana-de-açúcar para reerguer a economia da região e superar a crise econômica e demográfica, decorrente da diminuição do comércio.

No final do século XVIII, inicia-se o desenvolvimento da cultura cafeeira, que já a partir de 1836 dominaria a economia valeparaibana, tendo no município de Bananal um dos maiores produtores.

O café transformou o vale paulista na principal região econômica da Província de São Paulo, e uma das mais importantes regiões políticas e econômicas do Brasil-Império. A paisagem rural sofreu uma violenta transformação com a derrubada da floresta nativa. Os cafezais, esparramando-se pelos morros e vales, fizeram surgir as casas-grandes, as senzalas, as tulhas construídas em taipa de pilão, os terreiros de pedra e terra batida para secar os grãos de café, os tanques para lavagem do café, os carros de bois, as tropas de burros, e as casas de máquinas para beneficiar o produto. Nasciam as grandes fazendas e as poderosas oligarquias, enobrecidas pelo imperador, dominando as câmaras municipais, as irmandades religiosas, as mesas das santas casas de misericordia, e projetando-se no cenário político e social do Império. Bananal, São José do Barreiro, Areias, Silveiras e Queluz nasceram e cresceram em torno das fazendas produtoras de café e à sombra dos fazendeiros e “barões do café”.


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                                            Guaratingueta



Catedral de Santo Antônio / Três Garças: monumento símbolo de Guaratinguetá

O município paulista de Guaratinguetá está situado no vale do Rio Paraíba, em ponto estratégico entre o litoral de São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Emoldurado pelas magníficas serras Quebra-Cangalha e Mantiqueira, o povoado surgiu em 1628, em torno de uma capelinha feita de pau-a-pique e coberta de palha, erguida pelos primeiros homens brancos que por lá passaram a procura de ouro e pedras preciosas nas regiões além da Mantiqueira, que mais tarde seria conhecida por Minas Gerais. Grande quantidade de garças marcava a belíssima paisagem da região às margens do Rio Paraíba, por isso os índios a ela se referiam como Guaratinguetá, que em tupi-guarani significa "reunião de garças brancas.

A população guaratinguetaense é muito voltada a intensa religiosidade, explicitada em sua esplêndida Catedral de Santo Antônio (tombada pelo Patrimônio Histórico), suas muitas igrejas (algumas inclusive tombadas como Monumentos Históricos e Arquitetônicos), seminário (recebe alunos de todo o país para formação religiosa), mosteiro (das monjas Concepcionistas que vivem em clausuras) e a conhecida em todo o território nacional Gruta de Nossa Senhora de Lourdes.

Guaratinguetá tem uma grande vocação festeira, oferecendo um calendário repleto de comemorações profanas e religiosas. Nelas são notáveis as heranças européias, miscigenadas pelas tradições africanas e indígenas. Grupos folclóricos apresentam pela cidade a Catira (Cateretê), Moçambique (bailado guerreiro de origem africana), Folia de Reis, Maculelê (misto de jogo e dança de bastões), Capoeira, Quadrilha, Jongo (Caxambu) e Congada (bailado em que os figurantes representam, entre cantos e danças, a coroação de um rei do Congo).

A festa de São Benedito se apresenta como um dos maiores acontecimentos religiosos, culturais e sociais dentro do calendário de devoção popular brasileira. No início era festa de escravos e após a abolição do cativeiro ganhou maior expressão, atravessando os séculos e envolvendo nos dias atuais toda a comunidade rural e urbana. Inicía-se no Domingo de Páscoa com a saídadas Caixas de São Benedito anunciando a festa, seguidas pelas cavalarias de São Gonçalo e São Benedito (são dezenas de milhares de cavaleiros vestidos à carater que desfilam por toda a cidade, com os cavalos enfeitados).

As Cavalarias seguem a procissão do Mastro, Coroa e Bandeira, presidida por um Rei e uma ainha que são seguidas de uma corte composta de Juízes de Vara e Ramalhete, Capitão do Mastro, Tenente da Coroa e Alferes da Bandeira. Durante os dois dias da festa, todas as solenidades são acompanhadas por grupos de Congadas e Moçambiques. A simplicidade e cordialidade do povo de Guaratinguetá, aliadas a tradição e beleza da festa, emociona os visitantes, principalmente aqueles que vem dos grandes centros urbanos onde a grandeza dos pequenos gestos há muito tempo se perdeu.

Guaratinguetá também é rica em monumentos, marcos de sua memória, responsavelmente preservados e tombados pelo inquestionável valor histórico, arquitetônico e cultural que representam, além de ser a memória viva de seu povo. Caminhar pelas ruas da cidade é como retornar 200 anos na história, sem a preocupação com a violência que assola as grandes cidades, e, ao mesmo tempo antecipar a Nova Era porque em Guaratinguetá estão instaladas empresas detentoras da mais alta tecnologia (Basf, Liebherr, Cia. Fiação e Tecidos Guaratinguetá, Escola de Especialistas da Aeronáutica, Universidade Holística Internacional etc.), e conscientes da importância da preservação ambiental.

Bairro Pedrinha


A cordialidade com que o povo acolhe os desconhecidos, a segunrança e tranquilidade de suas ruas, as festas profanas e religiosas, seus monumentos bem preservados e os pontos religiosos onde os romeiros demonstram sua devoção já seriam suficientes para fazer desta uma cidade muito especial. Mais ainda tem mais. Aqueles que tiveram o privilégio de conhecer os cenários campestres que a circundam foram unânimes em afirmar que tiveram grande dificuldade em retornar ao seu local de origem. Em outras palavras, não queriam ir embora, como alias, diz a lenda que quem conhece Guaratinguetá reluta em deixá-la, e sempre volta. Mas é fácil de entender: os que deixam a vida agitada para trás encontram-se com picos, cumes, serras, morros, colinas, rochedos, vales, mangues, rios, lagos, cachoeiras e entram em comunhão absoluta com a Mãe Natureza.

Guaratinguetá , uma cidade onde a natureza foi realmente generosa como toda mãe. O verde escuro da mata nativa só é quebrado pelos carros de boi transportando leite pelos caminhos das fazendas. Nos acessos às cachoeiras de águas geladas e cristalinas, que o povo nativo chama carinhosamente de "roça", o turista encontra desde fazenda de búfalos até flores e pássaros cujas pétalas e plumagens tem cores tão vivas e variadas que às vezes custa a crer que são reais.

O bairro do Gomeral é uma "roça" que merece destaque, pois ali dentro da mata intocada estão encravadas as cachoeiras mais esplêndidas da região, cujas águas rolando sobre as pedras formam delicadas piscinas naturais (12 quilômetros além fica o município de Campos do Jordão).

No bairro do Taquaral situa-se o aqueduto da Fazenda da Esperança, que desenvolve importante obra social em benefício da recuperação de homens e mulheres dependentes de drogas. O aqueduto é tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal e a área é ideal para a prática do alpinismo.

Na barragem dos Mottas, há 10 quilômetros da cidade, no bairro do Machadilho, pode-se apreciar a represa envolvida por um bosque de pinus americano, com altura variando entre 30 e 40 metros. Vivem nessas terras tatus, capivaras, veados, pacas, jacus e juritis. As águas da represa abrigam traíras, carpas, tilápias e bagres.

No bairro da Rocinha, a 1200 metros de altitude, já próximos a Serra do Mar e Estância Climática de Cunha, o visitante é presenteado com a aprazível paisagem serrana. Dali também se avista o vale - de uma beleza indescritível.

A Gruta de Nossa Senhora de Lourder sempre foi um ponto turístico religioso de grande atração e numerosa frequencia de romeiros vindos de Aparecida (situada a apenas 4 quilômetros de Guaratinguetá), que estendem sua devoção à Gruta, cuja água é considerada abençoada e milagrosa. Mas atualmente, em fase de finalização do monumento em honra do primeiro brasileiro nato elevado aos altares em 500 anos de História, a cidade prepara-se para receber os peregrinos com o carinho que é a sua marca registrada, porém com a constante preocupação de adequar-se à demanda que já se avista, buscando não permitir um turismo desordenado.

Com potencial turístico extraordinário, esta terra abençoada por frei Galvão tem cenários exuberantes, clima agradável, localização estratégica (distando 235Km da cidade do Rio de Janeiro, e 167km de São Paulo pela mesma rodovia), e variedade cultural e histórica (tem filhos ilustres como Presidente Rodrigues Alves, Dr. Zerbini, Dilermando Reis etc).


Gruta Nossa Senhora de Lourdes

Todas essas maravilhas, que antes eram privilégios da comunidade, agora estão sendo descobertas pelos turistas, talvez da influenciados pela canonização de frei Antônio de Sant' Anna Galvão. Os "olhos" do Brasil voltam-se para essa simpática cidade, que precisa despertar o quanto antes para a poderosa "indústria sem chaminés" , o turismo com profissionalismo , se estruturando para atender bem os visitantes, inclusive o turista internacional.



Frei Galvão e sua relíquia, na 1a missa em seu louvor

A Rede Del Valle de Hotéis está investindo e profissionalizando cada vez mais sua equipe para garantir um atendimento com qualidade , com um preço muito acessível, impulsionando o desenvolvimento do turismo sustentável.

Fonte: Revista Ecotour( www.revistaecotour.com.br)

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Basilica Nova


Basilica Velha



A história da cidade se confunde e se mistura com a história da Santa Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Teve início por volta de 1717, quando chegou a notícia que Dom Pedro Miguel de Almeida, Governador de Minas e São Paulo, iria passar pela pequena Vila de Guaratinguetá. Entre outras providências, era necessário que pescadores da região trouxessem do Rio Paraíba tantos pescadores quanto lhe caíssem na rede, a fim de prover o banquete, fornecer alimento ao povo reunido e exibir ao ilustre visitante os recursos do pequeno vilarejo.

Mesmo não sendo uma boa época para a pesca, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso colocaram sua canoa no rio, pois era preciso obedecer ordens. Depois de inúmeras tentativas sem sucesso, pararam e desanimados e abatidos pelo cansaço no Porto de Itaguaçú. João Alves lançou então, mais uma vez suas redes nas águas. Desta vez, porém, sentiu algo pesado quando puxou as primeiras malhas. Era uma imagem sem cabeça, com anjos esculpidos ao redor dos pés. Espantado, João Alves lançou novamente a rede e o que veio à tona foi a cabeça da imagem que se ajustava perfeitamente a outra parte descoberta anteriormente.

Daí em diante, os peixes chegaram em abundância para os três pescadores, que assim retornaram com a canoa cheia .

Durante os quinze anos seguintes, a imagem foi protegida por Felipe e sua família, que a levou para casa. Seu filho, Atanásio Pedroso, construiu um oratório para a Santa, que com o passar dos anos tornou-se pequeno em virtude do grande número de devotos que por ali passavam. Nesse rústico oratório se verificou que por várias vezes, repetidamnte as velas se acendiam espontaneamente.

Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá, solicitou ao Bispo do Rio de Janeiro permissão para construir uma capela no Morro dos Coqueiros, inaugurada posteriormente, em 26 de junho de 1745.

Mas o número de fiéis aumentava cada vez mais e, em 1888, foi finalizada a construção de uma igreja, elevada a Basílica menor em 29 de abril de 1908. Vinte anos depois, em 17 de dezembro de 1928, Aparecida tornou-se Município, emancipando-se de Guaratinguetá. E, no ano seguinte, Nossa Senhora foi proclamada RAINHA e PADROEIRA DO BASIL por determinação do Papa Pio IX.

A construção da Nova Basílica foi iniciada em 1939.

A BASÍLICA VELHA :

Antiga Basílica de Nossa Senhora Construída em 1888, de estilo barroco, foi tombada como monumento de interesse histórico-religioso e arquitetônico pelo CONDEPHAT.

O som de seus carrilhões emociona moradores e turistas; os sinos dobram às doze e dezoito horas.

Aparecida é, com certeza, uma estância turística reconhecida religiosamente e agora com a alegria de tornar-se também uma estância turística cultural-recreativa. Seja você uma das oito milhões de pessoas a visitá-la anualmente.

Pontos turísticos

Igreja de São Benedito
Igreja São Benedito, localizada no centro da cidade. É muito frequentada por romeiros e aparicidenses, principalmente na sua tradicional festa, durante nove dias, começando no domingo de Páscoa.
Mirante das Pedras
Pequeno parque de pedras afloradas no caminho do Porto de Itaguaçu, possibilitando a contemplação da várzea do Rio Paraíba e da Serra da Mantiqueira. O local tem como atração principal a imagem de Nossa Senhora Aparecida, medindo 1,80m de altura.
Passarela
Em forma de “S”, em homenagem à Santa, a passarela faz a ligação entre as basílicas Velha e Nova. Seu comprimento total é de 389m, e largura de 5,85m.

Morro do Cruzeiro
Morro de peregrinações com as estações da Via Sacra, com 6,80 metros de altura, oferece uma excelente vista da cidade e parte da região. O local é arborizado om gigantescas árvores de eucaliptos, o que empresta um delicioso perfume às primeiras horas da manhã.
Teleférico
Permite acesso do centro da cidade à Basílica Velha por meio de um agradável passeio.
Porto Itaguaçú
Local onde foi encontrada a imagem de Nossa Senhora Aparecida, com o monumento em homenagem aos três pescadores que a encontraram.


Centro de Apoio ao Romeiro :

Com o objetivo de melhor atender o visitante, os responsáveis pela Basílica Nova (Nossa Senhora Aparecida-Padroeira) criaram o Centro de Apoio ao Romeiro: uma mega estrutura construída em trinta e seis (36) mil metros com capacidade para “abrigar” cem mil (100.000) pessoas.


Neste espaço, o turista pode contar com: Posto da Polícia Militar, Atendimento Médico, Sanitários, Telefones Públicos e um comércio centralizado composto de 786 lojas.

A praça de alimentação oferece condições para o visitante alimentar-se com qualidade.Será inaugurado numa área de dez mil metros (10.000) um Centro de Eventos, com capacidade para seis mil pessoas (6.000), onde serão desenvolvidas atividades esportivas, culturais e artísticas.

Com essa iniciativa, Aparecida pretende oferecer ao seu turista, maisSegurança, Conforto e Lazer.



A Rede Del Valle oferece condições especiais para hospedagem de excursões, oferecendo inclusive, cortesia para o guia e motorista.

Fonte: Revista Ecotour ( www.revistaecotour.com.br)



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Cidades Históricas

Arapeí :

Pequena cidade, cujo nome, muito sugestivo, significa "pequeno caminho para o céu". Realmente, as trilhas existentes na mata que dão acesso aos picos do município, vistas de longe, mais parecem pequenos caminhos para o céu.
Para os que apreciam esportes radicais, a cidade oferece a predra do "Pão de Açúcar de São Paulo", lugar apropriado para a pratica de alpinismo e vôo livre; e para os amantes da natureza, diversas trilhas na mata, trilha pela "Floresta de Pinho", a famosa "Caverna do Alambary" com sua piscinas naturais, a "Cachoeira da Gruta" com 80 metros de extensão, e diversos rios pedregosos que formam verdadeiros balneários.
Algumas fazendas do tempo áureo do café ainda sobrevivem, como a famosa " Rialto", a "São Francisco" com sua capela tri-centenária, entre outras.
A população da cidade (cerca de 3000 habitantes) vive da agropecuária, indústria de barbante e fibras têxteis, fabricação de cerâmica e artefatos de borracha e do artezanato.
As festas religiosas são atrativos turísticos regionais. As principais festas são: Santo Antônio, São Benedito e São Sebastião.
O coreto da praça e a igreja Matriz em estilo neo-clássico complementam com delicadeza a simplicidade da cidade. Seu povo, dedicado ao trabalho e acolhedor para com os visitantes, tornam o clima da cidade ainda mais agradável.

Antiga Igreja de Santo Antonio
Areias:
Criada em 1748, no território de Lorena, com o nome de freguesia de Sant’ Anna da Paraíba Nova, foi transformada em Vila em 1816 e recebeu a denominação de São Miguel das Areias (em homenagem a D. Miguel, filho de D. João VI) e foi a única vila criada pelo monarca em São Paulo.

Prédio da antiga Câmara Municipal
A cidade prosperou e suas fazendas de café chegaram a produzir 100mil arrobas/ano. Foi o auge do café e da cidade. Aí se multiplicaram os sobrados de estilo colonial e as monumentais fazendas.
Em 1842, durante a Revolução, Areias foi tolhida de todas as garantias constitucionais e anexada à Província do Rio de Janeiro, só voltando a pertencer à província de origem, no ano seguinte. Passou à categoria de cidade em 24 de março de 1857, e foi elevada à Comarca em 15 de abril de 1873.
O velho casario, as tortuosas ruas da cidade, a Matriz de estilo colonial com imagens centenárias e seu sonoro sino, o coreto do Capitão Mor hoje Hotel Sant’Anna nos transportam no tempo à uma época de fausto e glamour. O sobrado que pertenceu ao Capitão Mor, hospedou D. Pedro I quando de sua viagem a Santos, em 17-08-1822.
É delicioso passear por suas ruas observando os detalhes, uma sacada, um lambrequim ou uma janela. Existem alguns prédios que foram recentemente restaurados e que merecem ser visitados, como por exemplo: o prédio no qual hoje funciona uma escola pública de 1º grau.
Ainda na zona central da cidae, deparamos com uma centenária figueira, marco importante da História de Areias; pois sua sombra abrigou tropeiros e transeuntes do "Caminho Novo da Piedade"; e a comitiva de D. Pedro I na viagem que resultou no Grito da Independência.
De lugares históricos, podemos ressaltar ainda a Capela da Boa Morte, registrada em desenho por Jean Baptiste Depret (1827), o sobrado no qual residiu Monteiro Lobato, o prédio da Prefeitura, a Casa da Câmara, entre outros.
Cercada de belezas naturais da serra da Bocaina, a cidade de Areias se conservou no tempo para os turistas do III milênio.
São José do Barreiro:
É a mais nova Estância Turística do Estado de São Paulo. Encravada aos pés da serra da Bocaina, encanta os turistas pela beleza de seus recursos naturais e pela paz e tranquilidade que se poe desfrutar no convívio diário com os moradores.

Antiga fazenda em estilo colonial
No século XVII, os tropeiros passaram a utilizar os caminhos indígenas que ligavam a serra ao litoral, para fazerem a comercialização de seus produtos. Desciam a serra carregados com o ouro das Minas, e fugindo do fisco (casa de Quintar o ouro existente no alto da serra, no munucípio de Paraty) tomavam um caminho alternativo e por ele seguiam até os portos de Mambucaba e Paraty.
Uma das travessias de rio existente no caminho, com o constante tráfego de tropas, transformou-se num grande atoleiro. Em épocas de cheia, as tropas eram obrigadas a aguardar que as águas baixassem para poder transpor o obstáculo. Com o tempo surgiram ranchos de descanso para os tropeiros, e o local passou aser conhecido como "Barreiro". Em 1820 foi erguido no local uma capela dedicada a São José, e em virtude do local ser chamado de "Barreiro", o arraial passou a se chamar São José do Barreiro, e foi elevado a município em 09 de março de 1859.
No século XVIII começaram a surgir as primeiras fazendas de café. Algumas existem até hoje e podem ser visitadas. Outras forma transformadas em pousadas, e após terem acompanhado a evolução do ciclo cafeeiro na cidade, estão agora acompanhando a evolução de um novo ciclo: o do turismo.
Para a correta exploração do turismo sustentável, a cidade está se preparando. Em todo lugar que se olha, há uma fachada sendo recuperada, uma praça ou rua sendo arborizada, uma sinalização sendo colocada.
Para turistas, têm passeios os mais diversos, como por exemplo: pescaria e esportes náuticos na Represa do Funil, trilhas na serra da Bocaina, a Gruta do Sertão da Onça, a Cachoeira do Veado, a Cascata da Onça, a Cachoeira de Santo Izidro, a Cascata das Marrecas, o Pico da Pedra Redonda, o Pico do Tira Chapéu, além das tradicionais fazendas: Pau d’Alho, São Francisco, São Benedito; e os monumentos tombados pelo patrimônio histórico, como: o Cemitério dos Escravos, Cine Teatro São José, Igreja Matriz, etc.
Vale a pena conferir! A gastronomia típica aguarda a sua visita.
Devido a proximidade com estas cidades , hospedando-se na Rede Del Valle é possível desfrutar de todo este potencial turístico cultural.
Fonte: Revista Ecotour ( www.revistaecotour.com.br)

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Aparecida sedia o Memorial Padre Vitor

Antes do Padre Marcelo Rossi, surgir na mídia alcançando picos de audiência em programas de rádio e televisão, um outro sacerdote conseguiu atrair milhares de fiéis, também com um estilo diferente de comunicação. Certamente, o velho padre redentorista, Vitor Coelho de Almeida, que acaba de ganhar um Memorial no centro velho de Aparecida, foi um os precursores do jovem Rossi.


Há um contraponto interessante entre eles. Representante de uma nova imagem da igreja católica para o próximo milênio, Marcelo Rossi é carismático, bonito e atlético. O velho padre viveu até aos 88 anos com apenas um pulmão, depois de passar sete longos anos internado com tuberculose num sanatório em Campos do Jordão. Marcelo rossi, líder do movimento da Renovação Carismática, é procurado por milhares de pessoas que buscam a cura para todos os tipos de males. O velho sacerdote, ainda em vida, já era chamado de "santo padre".

O padre Marcelo Rossi costuma agitar suas missas com cantorias e danças que chama de "aeróbica do senhor", uma estratégia para atrair católicos e evitar a fuga de fiéis para outras seitas religiosas, que já usavam do mesmo artifício para empolgar os seus adeptos. O velho padre, mineiro de Sacramento rezava a missa convencional, sem coreografias, mas nem por isso deixava de arrebentar os peregrinos com palavras simples, objetivas e às vezes até grosseiras.

"Nada de ir atrás da bananeira... construam a latrina", dizia ao povo da roça em seus programas de rádio, ao ensinar regras básicas de higiene e saúde. Foi intitulado pelos colegas de batina de "comunicador das multidões" e chamado pelo irmão José, de "palhaço da fé".

Como Marcelo Rossi, que reúne milhares de pessoas em frente ao seu altar abusando das palavras nas suas homílias, padre Vitor também foi um pregador carismático dos romeiros que não consideravam suas devoções cumpridas se não pudessem pedir sua benção.

" Dotes de comunicador não faltaram ao padre Vitor. Ele não aceitava é que este seu carisma fosse confundido com santidade" , escreveu o padre Júlio João Brustoloni no seu livro sobre a vida do sacerdote, que arrastava multidões em suas andanças com a imagem de Nossa Senhora Aparecida pelos país.

Rossi ganhou a simpatia das pessoas, tem um programa na Rádio América de São Paulo, líder de audiência no seu horário, e ganhou o mercado fono gráfico. Na época do velho padre, o marketing na mídia não era tão agressivo. Mesmo assim participou em 1969 de um dos primeiros programas dominicais da televisão brasileira, comandado por Sílvio Santos, gravou um disco compacto e fundou duas Rádios: primeiro a de Campos do Jordão, em 1947, e quatro anos depois a Rádio Aparecida.


Nas emissoras, padre Vitor era locutor e em seus programas, já em 1954, falava de questões sociais, como salário justo e reforma agrária. Em 1967, sentiu o peso da censura do governo militar. Ousado, leu a Declarações dos Direitos Humanos. Não deu outra: a Rádio foi lacrada e tirada do ar. Também criou vários bordões, até hoje divulgados. entre os mais famosos estão " Caríssimos" , ao se referir aos fiéis, " Os ponteiros apontam para o Infinito" , programa do meio-dia, que fez até a véspera de sua morte, em 21 de julho de 1987, e a " Hora da Consagração a Nossa Senhora aparecida" .

O Memorial Padre Vitor, próximo à antiga Casa dos Redentorista, na Praça Nossa Senhora Aparecida, transformou-se num novo ponto turístico no centro velho da cidade. Lá estão seus restos mortais ao lado de outras cem urnas de redentoristas, inclusive dos primeiros padres alemães que chegaram a Aparecida. Ali também são deixados centenas de pedidos de graça ao velho padre.

No dia 12 de outobro de 1.998, durante uma missa na basílica Nacional, teve início o processo de sua beatificação. Esteve presente à cerimonia, o padre Antônio Marazzo, da Santa Fé, responsável pelos processos dos candidatos à beatificação. No Brasil é o padre Júlio Brustolini quem está cuidando do assunto e investigando os milagres atribuídos ao "santo padre".

Numa carta enviada ao padre Júlio, Cecília Calvi Datio, de Cachoeira do Itapemirim, ES, agradece por uma graça alcançada. Ela relata que tinha um câncer no estômago e que foi curada depois de pedir ao padre Vítor.

Outro milagre atribuído a ele é de uma criança de Franca, SP, que ficou totalmente paralisada. Num primeiro diagnóstico, os médicos disseram que era meningite. Depois, outros médicos detectaram encefalite. Ao meio-dia quando a voz rouca do padre Vitor anuncia "os ponteiros apontam para o infinito", mantido para Rádio aparecida, a mãe do garoto relatou que ajoelhou e pediu ajuda ao "santo padre" e a criança foi curada.

O terceiro milagre que está sendo analisado pelo padre Júlio é de uma senhora do Sul de Minas, portadora de câncer no seio. Ela conta que o câncer tinha "o tamanho de uma laranja" e que depois de orar ao padre Vitor, foi curada e desde 1990 está bem de saúde.

"Todos estes casos serão rigososamente investigados por uma junta médica do Vaticano. Só depois desse processo poderão ser considerados milagres", explicou padre Júlio. Ele não acredita que o processo vá demorar tanto, como o do padre José de Anchieta que há quase 400 anos foi beatificado.

Fonte: Revista Ecotour ( www.revistaecotour.com.br)
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CUNHA


A cidade de Cunha, que desde 1948 se tornou estância climática, é o cenário perfeito para quem procura integrar a cultura, o sossego e a natureza, desfrutando de um rico calendário de eventos. A localização privilegiada entre a Serra do Quebra Cangalha e os contrafortes da Serra do Mar, a 1600m de altitude, é muito favorável ao desenvolvimento do ecoturismo.

Na região de Cunha, se encontra um exemplo vivo da grande transformação do conceito de utilização dos recursos naturais ocorridos nas últimas décadas. Transformação essa que impediu a continuidade de um sistema de exploração puramente extrativista, preservando as porções da Mata Atlântica ricas em água, plantas e animais.

Atualmente, no mesmo local onde antes acontecia a devastação, atua um centro de proteção ao meio ambiente, denominado Núcleo Cunha/Inaiá, aberto a visitação pública. O visitante, ao percorrer suas trilhas, a trilha do rio Paraibuna e a do rio Bonito, estará diante das belezas remanescentes da Mata Atlântica e perceberá a importância de se engajar na luta em defesa do patrimônio natural.

Cunha abriga as cabeceiras dos rios Paraibuna e Paraitinga, formadores do rio Paraíba do Sul, responsável por 80% do abastecimento de água do Rio de Janeiro e da maioria das cidades doVale do Paraíba.


Com seus atributos naturais, o clima agradável, a paisagem exuberante, as cachoeiras (do Pimenta, do Desterro e Mato Limpo), Pedra da Marcela (1.800m de altitude, com vista panorâmica do litoral norte e sul fluminense) e Fonte Santa Rosa de aguas minerais, aliados à proximidade com a cidade histórico-turística de Paraty, a cidade oferece condições para quese desenvolva o turismo ambiental e ecológico.


Destacando-se entre as cidades vizinhas, conseguiu mobilizar um grupo de empresários a criar uma associação dos proprietários de hotéis, pousadas, artezãos, restaurantes e similares, a Cunhatur. Atuando desde 1996, tem a finalidade de implantar um processo de valorização e promoção do turismo local, através de cursos e palestras, investimentos em marketing turístico e convênios (USP, UNESP, Fundação Cassiano Ricardo, etc.) para a realização de eventos culturais.

Com muita criatividade e competência, a Cunhatur elaborou uma programação especial, no período de 2 de julho a 2 de agosto de 1999, incrementando o projeto Acordes na Serra, que atraiu aproximadamente 35mil pessoas. Foram realizados 50 eventos, incluindo desde



apresentações musicais a leilão de cavalo mangalarga marchador.

As tradições e costumes populares, festas religiosas, cultura tropeira, vasto acervo folclórico, artesanato, riqueza de história (antigo caminho do ouro rumo ao porto de Paraty e palco de combates na Revolução de 1932), desperta o interesse dos turistas que buscam lazer e também dos historiadores.

Cunha é o principal centro de cerâmica artística de alta temperatura do País, com repercussão internacional. É utilizada a técnica de queima à lenha em forno Noborigama, que chega a atingir 1.350 C.O estopim para que esta semente germinasse foi a decisão de um grupo de ceramistas brasileiros e japoneses, alguns com especialização no Japão, em se associar e criar em 1975 um ateliê na cidade.

O fascínio desta arte está na abertura dos fornos, um momento festivo, onde o artista divide com o visitante a alegria de vislumbrar o resultado final do seu trabalho, tal a gama de fatores que podem interferir na criação, independente da vontade do criador. Assim, de cada câmara vão brotar os objetos, esculturas, resultado final da interação entre a sensibilidade humana e as forças da natureza.

Desde os mais remotos tempos, a culinária sempre foi um modo de se obter contato com a cultura e o perfil dos habitantes do local. A gastronomia aqui representa várias alternativas, desde a comida caipira feita em fogão à lenha (canjiquinha com costelinha, leitoa a pururuca, galinha ao molho pardo e doces caseiros) até pratos mais sofisticados (fondue, trutas, etc.), mas o tempero principal está na alegria e simplicidade do povo que recebe com hospitalidade. Visitar Cunha é um verdadeiro prazer.

Devido a proximidade com esta cidade, hospedando-se na Rede Del Valle é possível desfrutar deste potencial turístico .

Fonte: REVISTA ECOTOUR ( www.revistaecotour.com.br)


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Campos do Jordão:



Considerada como uma estancia turística, Campos do Jordao proporciona, em meio a sua beleza natural e ar puro, um clima de sofisticaçao e estila proprio. A paisagem da cidade ja inspirou varios artistas pllsticos, poetas e escritores de todo o paas, destacamos: Nilson Rodrigues, Monteiro Lobato, Caio Prado Junior, José Pacetti, entre outros.

Localizada na Serra da Mantiqueira, a 1.740 metros de altitude, no estado de São Paulo, tem ligações rodoviárias rápidas e seguras, atraves de modernas rodovias com as cidades do Vale do Paraíba, Litoral Norte, e assim como aos principais aeroportos e grandes centros urbanos.

Capivari

Capivari
Sem dúvida, o percurso ferroviário oferecido pela Litorina aos turistas a viagem mais pitoresca. Partindo da cidade de Pindamonhangaba com destino a Campos do Jorddo, faz uma parada de 15 min no Balneerio Reino das guas Claras e segue atravessando posteriormente uma ponte mettlica trazida da França em 1924. Chegando região de Santo Antonio do Pinhal, 1.161 metros de altitude, uma nova parada de 40 min. Do alto do Mirante Nossa Senhora Auxiliadora, pode-se avistar parte do Vale do Paraíba.

Viveiro de plantas


O trem vai margeando a Rodovia SP 123, que liga Campos do Jordão a Taubaté e subindo em meio a uma paisagem ingreme atingindo o alto do Lageado, que fica a 1.743 metros de altitude, de onde o turista pode ter a visso panorrmica da Pedra do Baa.

Uma parada comtemplativa para fotos, com uma vista deslumbrante da Pedra do Bau a 1.950 metros de altitude, ponto de encontro dos alpinistas de todo mundo. A escalada tem 370 degraus de ferro incrustados na pedra e 6022 ganchos nela encravados.

A pedra do Bau está localizada no município de São Bento do Sapucai. Contudo, esta inserida no roteiro turrstico deeCampos do Jorddo, devido a seu acesso ser melhor por essa cidade. Na rea de entorno da Pedra, encontram-se condiiiÃes ambientais que proporcionam a observação da fauna e flora, com florestas de arauccrias, mirantes e cachoeiras.

O Palácio do Governo construído por Ademar de Barros, em 1963, para ser a casa de inverno dos governadores de estado, posssvel ser avistada graaas a sua localizaçao privilegiada. O palácio uma das principais atrações da cidade, possui obras de artes importantes e estt aberto a visitação.

A ESCJ oferece tambbm condições de passeio de trenzinho, saindo de Campos do Jordão para Santo Antonio do Pinhal e vice-versa.

O homem urbano busca ecoturismo a interrelação com sua essencia interagindo com o meio ambiente. NNo preciso ser especialista em nenhuma atividade, para se integrar as opções de esportes da natureza que acidade oferece durante todo ano.

São cerca de cinquenta roteiros mapeados para amadores e profissionais, possibilitando o trekking, mountainbike, vvo livre e alpinismo. O enduro das montanhas já reconhecido como um grande evento para os aficcionados em aventuras sobre motos.

O Horto Florestal, situado a 15km do centro da cidade, no Parque Estadual de Campos do Jordão, reúne inúmeros atrativos naturais. Suas águas cristalinas, em forma de duchas, riachos, cachoeiras, trilhas, lagos e até uma serraria de mais de 80 anos, movida por uma roda d' água pura, agradam ao mais exigente ecoturista. Aqui sso encontrados os ltimos remanescentes das florestas de arauccria da região, além de esppcies ameaçadas de extinção, como os papagaios de peito roxo e novocarvoeiro, o quati e a onna suuuarana. A fauna tto rica que possui mais de 190 esppcies de aves.

Por trilhas podem ser vistas bromélias e a existencia de pequenas plantas carnívoras.As plantas ornamentais e medicinais podem ser adquiridas no viveiro do Parque. No total, sso sete trilhas interpretativas, que possue placas de orientação para facilitar o percurso.

O Horto Florestal muito apropriado para o lazer, por dispor de reas de piquenique com churrasqueiras e mesas, grmado para banho de sol, rea de diversso para criannas e lagos com trutas e carpas coloridas.

No caminho da Pedra do Baú, está o Parque dos Lagos. São mais de cem alqueires de rara beleza natural. Em suasssÂguas llmpidas, nadam milhares de trutas e salmões.Oferece passeios de barco a remo, para melhor apreciar a deslumbrante floresta que o margeia.

A neblina que por vezes envolve a mata cria um clima de romantismo, com destaque para as fontes com figuras esculpidas, que se iluminam noite. Os passeios realizados pelas trilhas demarcadas sso uma grande oportunidade para se manter um contato mais estreito com a natureza.

Uma outra opções de lazer ecologicamente correto o Fit Park.Um verdadeiro paraaso, preservado em Campos do Jorddo. Nos cinquenta alqueires deparamos com uma grande lição de respeito natureza, num cenário que enche os olhos de admiração e o coração de paz. São trinta e duas nascentes de gua cristalina, dando origem Bacia do Prata. O contato com o meio ambiente direto, através das caminhadas por trilhas demarcadas.

A trilha principal a das Orquídeas, que leva a 1.850 metros de altitude, com vista para todo o Vale do Paraíba, a Pedra do Baú e até Minas Gerais. O caminho curto e de fácil acesso, sendo pontuado por orquídeas e bromélias. Através de uma biblioteca e cursos gratuitos ministrados no mini laboratório, que fica anexo ao orquidário, possível aprender como díficil cuidar das orquídeas.


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evido a proximidade com a cidade, hospedando-se na Rede Del Valle posssvel desfrutrar de todo este potencial turístico.

Fonte: Revista Ecotour ( www.revistaecotour.com.br)


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Piquete

O município de Piquete possui uma curiosa dualidade turística. Para aqueles que procuram um recanto agradável para seu descanso e tranquilidade, a cidade oferece além do clima puro e ameno das montanhas, trilhas em plena Mata Atlântica, banhos de cachoeiras e em piscinas naturais, saudáveis caminhadas em pequenos riachos de águas cristalinas, pesca em diversos pesque-pague, caminhadas em trilhas abertas por tropeiros no século passado, visitas históricas a antigas fazendas de café, além de uma deliciosa culinária tropeira e de um saboroso "café da roça".Mas para os que procuram emoções fortes e aventuras, os encantos da serra permitem a prática de diversos esportes como: montanhismo, salto de asa delta e "paraglider", "motocross", cavalgadas, "rapel", etc.

Cachoeira no Balneário do Benfica


Piquete situa-se no Vale do Paraíba, a 180km de São Paulo e a 220km do Rio de Janeiro ficando ainda a 14km da divisa com o estado de Minas Gerais. Aproximadamente 70% do território municipal se encontra dentro da área de APA - Área de Proteção Ambiental. Incrustada na Serra da Mantiqueira como uma pedra preciosa, esta jóia de rara beleza, vem se despertando para o Ecoturismo e o Turismo Rural.

O nome "Piquete" como designação de um vilarejo do Estado de São Paulo, aparece pela primeira vez em 1828, na lista de ordenança de um "Registro" para fiscalização e cobrança de impostos, instalado na face paulista do caminho de Minas. Era um dos caminhos tropeiros que ligavam o Sul de Minas ao porto de Parati.

O café era a maior fonte de divisa da época. As grandes fazendas de cafése espalharam pelo Vale do Paraíba. As terras de Piquete tembém foram cultivadas com o café e nobres casarões foram erguidos (alguns ainda sobrevivem, apesar de seus quase 200 anos de história).

Em 1874, é inaugurada no Bairro de Piquete uma hospedaria, que mais tarde se transformaria no Hotel Santa Cruz (futuro Hotel das Palmeiras); concomitantemente, eram criados diversos ranchos para abrigo de tropas.

Em 1893, quando o engenheiro baiano Teodoro Sampaio passou por Piquete, em companhia do Barão da Bocaina, rumo às terras de São Francisco do Buriqui (hoje São Francisco dos Campos do Jordão), registrou o seguinte em seu diário de viagem:”... Piquete, pequena e novíssima vila, na base da serra, centro de um território muito fértil e ricamente dotada de abundantes e cristalinas águas que aí formam rumorosas cachoeiras no trajeto pelo povoado.”

Em 1902, algumas fazendas de Piquete são escolhidas pelo Ministro da Guerra, Mal. Mallet, para construção de uma fábrica de Pólvora. Em 1909 é inaugurada em Piquete a Fábrica de Pólvora sem Fumaça, pertencente ao Exército Brasileiro.

A partir de então, o povoado se desenvolveu em função da indústria bélica e seu patrimônio natural ficou um tanto esquecido.

A fábrica ainda existe, hoje com o nome de IMBEL/FPV – Indústrias Bélicas – Fábrica Presidente Vargas; mas, recentemente, a população da cidade despertou para a exploração turística de suas belezas naturais.

A fábrica, talvez tenha sido a primeira a se acordar no município para a preservação da Mata Atlântica, pois não só se preocupou em preservar a reserva de mata existente, como reflorestou com mata nativa as terras antes cultivadas com café. Em recente RIMA – Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente, feito por técnicos de diferentes entidades, foi acusada a presença de diversos animais, considerados em extinção, nas terras da fábrica. A fauna registrada mostrou-se muito diversificada e com grande riquesa de espécies. Destacou-se neste levantamento a presença de grande número de animais endêmicos da Mata Atlântica, chamando a atenção para aves e mamíferos ameaçados de extinção e sujeitos a controle e proteção especial, como por exemplo: jaguatirica, bugio, lontra, burigui, sabiá-cica, sabiá maria-leque e de 14 espécies de beija-flores.


Balneário existente no caminho da Vila dos Martins

Pico do Martins

O acesso a reserva florestal pertencente a IMBEL só é liberado para pesquisadores, mas seus efeitos são sentidos em toda a cidade: desde a pureza do ar até a presença de aves nas nossas árvores.

É no município de Piquete que se situa o Pico dos Marins, com seus 2.420,7 metros, um dos mais altos do Estado de São Paulo, o Pico Focinho de Cão (1.767m), Pico do Cabrito (1.817m), Alto das Lavrinhas (1.946m), Morro do Ataque (1.90m) e Pico da Meia Lua (1.720m).

O acesso a qualquer destes picos é feito sem uso de material especial, sendo que se alcança alguns deles em veículo motorizado. A vista que se descortina do alto da serra é maravilhosa. Nos dias claros, consegue-se identificar as cidades de aparecida do Norte, Guaratinguetá, Lorena, Canas, Cachoeira Paulista, Cruzeiro e Piquete; além do curso do rio Paraíba em toda esta extensão. Ao fundo, vê-se a Serra da Bocaina e a Serra do Mar.

Como registro da época de ouro do café, ainda restam três antigos casarões, com ruínas de calçamentos feitos por escravos, terraços de café, senzalas, rodas d’água, moinhos e monjolos. Encontramos ainda algumas peças de época no museu municipal; e histórias deste tempo, colhemos a cada esquina. Para tanto, basta ter tempo para ouvir os contadores de “causos” e os historiadores da terra.

As fazendas Santa Lídia, Santa Inês, e a histórica Fazenda Fortaleza (que pertenceu no século passado ao Visconde de Guaratinguetá e quefoi a primeira casa rural da região a possuir um sistema de água encanada), sobrevivem ainda, como lembrança do passado.

A serra que envolve Piquete, já recebia dos índios Puris, primeiros habitantes da região – o nome de Amãtykir (serra das vertentes), donde originou Mantiqueira.

Cachoeira do Jaracatiá

Realmente, as vertentes são muitas, e que devido a formação da serra, descem em cascatas, umas pequenas, outras de grande proporção, mas qualquer uma delas com o seu encantamento. As mais conhecidas são: Cachoeira da Edite, Cachoeira Véu de Noiva. Os raios de sol, penetrando por entre as árvores, incidindo sobre as cachoeiras, faz com que se formem arco íris belíssimos – um fenômeno constante em nossa serra.

Na cidade, o turista ainda pode se deliciar com a beleza arquitetônica da Matriz de São Miguel Arcanjo, com a imponência do pórtico da FPV – arco que servia de divisa entre os municípios e a fábrica, com a pureza sacra dos vitrais da Igreja de São José ou com a simplicidade da nonagenária Estação Ferroviária “Rodrigues Alves”.

As festas mais populares do município São a do Tropeiro e a do Peão de Boaiadeiro (julho/agosto), acompanhadas de perto das festas religiosas (principalmente a de nosso padroeiro São Miguel Arcanjo – 29/09), festa do Município 15/06, Natal, “Reveillon”e Folia de Reis.

Grande parte da população dedica-se com afinco aos trabalhos manuais. Nesta área, podemos destacar os trabalhos em crochet, tricot, bordados em ponto cruz, pintura, escultura, artezanatos em palha e couro.


Fazenda Santa Lídia

Piquete ganhou pelo segundo ano consecutivo o selo de “Cidade Turística” e se encontra engajado no PNMT – Plano Nacional de Municipalização do Turismo. Empresários estão investindo na cidade, pousadas estão sendo construídas. A cidade se despertou para o turísmo. Um turísmo planejado, ecologicamente correto, sadio, e que tem por objetivo principal o bem estar dos turistas e dos filhos da terra.


Fazenda Santa Inês

O prefeito Municipal de Piquete, Prof. Alaor Ferreira, questionado pela Revista Ecotour, disse: “Piquete, cidade paisagem, diamante cristalino incrustado no anel verde da Serra da Mantiqueira. Suas cascatas e cachoeiras serpenteiam nos riachos que emolduram montes e colinas. Seu povo, hospitaleiro e amigo, recebe com carinho seus visitantes. Nossa cidade se prepara para melhor receber os amigos. Sejam sempre bem vindos!”


Fazenda Fortaleza

Assim como encontramos na Bíblia o pacto firmado por Deus com Noé: “Eis o sinal da aliança que faço convosco e com todos os seres vivos que vos cercam, por todas as gerações futuras: ponho o meu arco nas nuvens, para que ele seja o sinal da aliança entre mim e a terra.” Gn 9,12 a 14; o arco íris para nós é o sinal da aliança firmada entre o povo da cidade e a exuberante natureza que nos cerca; é a harmonia do homem com a mata, os animais, os rios, sob as bençãos de Deus.
Poço do vigário
Vitral da Sagrada Família


Igreja Matriz de Piquete

Devido a proximidade com esta cidade, hospedando-se na Rede Del Valle é possível desfrutar de todo este potencial turístico.



Fonte: REVISTA ECOTOUR ( www.revistaecotour.com.br )


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